Acredita-se que o grande avanço da era tecnológica foi a possibilidade do
contato rápido entre as pessoas, auxiliando significativamente o movimento de
globalização. Porém, no setor da educação, ainda se mantém uma forte impregnação
do pensamento conservador, demorando a absorver as mudanças geradas pela
tecnologia.
Os professores precisam contemplar a instrumentalização dos diversos
recursos disponíveis, em especial, os computadores e a rede de informação, mas
não utilizar os mesmos apenas pela técnica, na busca das verdades absolutas e
inquestionáveis e sim na busca da investigação crítica e reflexiva, sendo o
professor parceiro de seus alunos no processo de aprendizagem, aprendendo
juntos como acessar a informação, onde buscá-la, como depurá-la e transformá-la
em produção de conhecimento.
Para desenvolver estes processos, há necessidade de oferecer nas
universidades uma prática pedagógica que propicie ações conjuntas, e que
prepare os alunos para empreender e conquistar esta qualificação, a partir da
sala de aula, para que seja possível a transformação do aluno em um competente
produtor do seu próprio conhecimento, valorizando a reflexão, a ação, a
curiosidade, o espírito crítico, a incerteza, o questionamento.
Com esse desafio presente, o professor precisa optar por metodologias,
que busquem levantar situações-problema, que levem a produções individuais e
coletivas e a discussões críticas e reflexivas na busca incessante do novo, do
desejo de pesquisar e tornar-se autônomo e produtivo, visando a aprendizagem
colaborativa.
FONTE DA IMAGEM: https://www.institutoclaro.org.br/blog/a-aprendizagem-colaborativa-por-uma-nova-educacao

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