quinta-feira, 8 de novembro de 2012

Plágio no meio acadêmico

Um ótimo dia a tod@s!

Para quem deseja saber mais sobre o plágio no meio acadêmico, recomendo o seguinte material, disponibilizado pelo Governo Federal.

http://bvsms.saude.gov.br/bvs/publicacoes/inca/plagio_academico.pdf

O texto tem poucas páginas e traz muita coisa interessante, como as diferenças entre plágio e citação, e ainda dá informações sobre a legislação relacionada ao tema.

Espero que seja útil!

Até logo!

Plagiarismo II

  
O plágio é uma prática comum a muitas áreas. Das Ciências às Artes, todos já ouvimos falar de casos em que alguém - pessoa, grupo, entidade, etc - foi acusado de tomar posse da produção intelectual de outrem, passando a assumir que se trata de material de sua autoria: um compositor acusado de "inspirar-se" demasiadamente na música de outro, um profissional que usou indevidamente as anotações de um colega para depois obter algum mérito sem citar o autor da ideia, até mesmo pesquisadores que em seus trabalhos utilizaram dados ou textos de teses, livros ou artigos de maneira irregular.

Como foi dito no primeiro post sobre Plagiarismo, vários motivos podem levar o estudante a utilizar o plágio:

"Preguiça, incompetência intelectual, falta de estimulo do professor, falta de tempo para estudar?".

Apesar das punições previstas nas Leis brasileiras, ainda possuimos em nossa cultura uma mentalidade muito benevolente com a prática do plagiarismo. Embora vindo de longas datas, e não dependendo de tecnologias avançadas para ser praticado, o plagiarismo torna-se propiciado pela disponibilidade da informação nos dias atuais, pois, atualmente, poucos minutos bastam para termos acesso a trabalhos artísticos, profissionais ou científicos produzidos em qualquer parte do mundo.

É provável que a falsa sensação de anonimato na rede mundial nos faça sentir que a cópia das informações, sem créditos às fontes,seja algo sem risco, incentivando assim sua prática em nosso meio.

Os estudantes dos dias de hoje, incluindo-se obviamente os alunos do Ensino a Distância, devem estar sempre alertas e alertados quanto a questões legais e éticas decorrentes do plagiarismo, até porque muitas vezes o praticam sem, na verdade, terem a ciência de que se trata de algo questionável.

Creio que caiba a todos nós, atores do Ensino a Distância, sermos vigilantes no combate ao plagiarismo, em prol da Ética e da qualidade de Ensino.

Fonte da imagem: http://sandrapontes.com/wp-content/uploads/plagio_250_x_300.JPG

terça-feira, 6 de novembro de 2012

Reter vs Aprender



Há mais de 10 anos, durante uma aula em um curso técnico, o professor aguardava que terminássemos as anotações e, enquanto caminhava devagar diante do quadro, quase sorriu enquanto falou algo do tipo:

- Em breve, o que vai fazer a diferença é saber onde encontrar a informação e como aplicá-la.

Ouvir isso gerou instantaneamente em mim o questionamento óbvio: “Como assim?”. Afinal, aquela afirmação parecia até desvalorizar o esforço que fizemos desde sempre para reter os conteúdos das disciplinas escolares.

Alguns anos se passaram e a informação realmente está aí, disponível e acessível como nunca antes, especialmente pela internet. A forma como buscamos a informação mudou, e saber o que fazer com ela é o diferencial.

O aluno de Educação a Distância dispõe atualmente de novas formas de interação e de busca pela informação, que utilizadas em conjunto podem se tornar ferramentas eficazes de aprendizagem.

Hoje, reter o conhecimento pode ser o mesmo que buscar o isolamento, pois a informação já não para.

Plagiarismo


Bom dia Pessoal,

O assunto de hoje é plagiarismo! Um tema bastante atual, já que com a era da internet, "tudo é de todo mundo", ou seja, a frase lida no facebook pode ser facilmente copiada/adaptada para um blog, twitter, etc... sem que haja referencia da ideia original. Esse tipo de atitude é bem comum hoje em dia e se aplica não só nas redes sociais, mas no ambiente acadêmico também.

É muito frustrante para um professor corrigir um trabalho que foi copiado/adaptado de fontes da internet ou de livros, quando o correto seria que o aluno fosse capaz de formar suas próprias opiniões a partir de conhecimentos adquiridos ao longo do curso, mas claro que a consulta da internet e de livros não é errada, muito pelo contrário é necessária, porém, o aluno deve referenciar o texto consultado.

No Brasil, existe uma lei de direitos autorais, com punições que incluem multas e prisões para quem violar a lei, porém essa lei consegue combater o plágio? O que leva um aluno a plagiar um trabalho? Preguiça, incompetência intelectual, falta de estimulo do professor, falta de tempo para estudar? Tudo isso também deve ser levado em consideração se nós professores realmente quisermos combater essa prática que já é bastante comum no meio acadêmico. 

segunda-feira, 5 de novembro de 2012

Aprender a aprender


Boa noite pessoal,

Estou passando aqui, pois vi esse vídeo e achei
incrível!! Espero que gostem!

"O vídeo mostra o quanto é importante a persistência no ato do aprender e quanto os professores devem ser mediadores nesse processo, transmitir o conhecimento significa mostrar o caminho e trilhar esse caminho fica a critério do aluno ,desbravar ,desafiar ,ir além ..."




domingo, 4 de novembro de 2012

Aprendizagem Colaborativa


                     

Acredita-se que o grande avanço da era tecnológica foi a possibilidade do contato rápido entre as pessoas, auxiliando significativamente o movimento de globalização. Porém, no setor da educação, ainda se mantém uma forte impregnação do pensamento conservador, demorando a absorver as mudanças geradas pela tecnologia.
Os professores precisam contemplar a instrumentalização dos diversos recursos disponíveis, em especial, os computadores e a rede de informação, mas não utilizar os mesmos apenas pela técnica, na busca das verdades absolutas e inquestionáveis e sim na busca da investigação crítica e reflexiva, sendo o professor parceiro de seus alunos no processo de aprendizagem, aprendendo juntos como acessar a informação, onde buscá-la, como depurá-la e transformá-la em produção de conhecimento.
Para desenvolver estes processos, há necessidade de oferecer nas universidades uma prática pedagógica que propicie ações conjuntas, e que prepare os alunos para empreender e conquistar esta qualificação, a partir da sala de aula, para que seja possível a transformação do aluno em um competente produtor do seu próprio conhecimento, valorizando a reflexão, a ação, a curiosidade, o espírito crítico, a incerteza, o questionamento.
Com esse desafio presente, o professor precisa optar por metodologias, que busquem levantar situações-problema, que levem a produções individuais e coletivas e a discussões críticas e reflexivas na busca incessante do novo, do desejo de pesquisar e tornar-se autônomo e produtivo, visando a  aprendizagem colaborativa.

FONTE DA IMAGEM: https://www.institutoclaro.org.br/blog/a-aprendizagem-colaborativa-por-uma-nova-educacao